Se você também já adotou um animal abandonado, nos envie sua história , se possível, juntamente com uma foto do seu animalzinho de até 60K, para que possamos publicar e assim contagiar mais pessoas com este gesto de amor aos animais!

 


Darwin - 

uma nova chance!!!


Darwin no dia que foi encontrado. Muita sarna!


Após primeiro banho


Hora do banho!


Uma semana após o início do tratamento


Super Darwin....
Prontinho pra adoção!!!

01/12/2007 –  O Darwin foi encontrado na cidade de Herval D´Oeste e estava parado no meio do asfalto. Estava com o corpo todo tomado pela sarna, tinha bichos de pé, vermes e anemia profunda e estava muito magro. Mal conseguia andar e a maior parte dos pêlos do corpo havia caído! Com a ajuda de uma senhora que estava passando consegui colocá-lo dentro do porta malas do carro. Ele não protestou por um minuto sequer, estava praticamente sem forças pra nada. Levei-o para casa e prestei os primeiros socorros com alguns medicamentos que sempre tenho em casa. Ele tomou muita água, a sede excessiva era devida a febre alta que ele tinha. Damos ração e ele comeu muito. No dia seguinte a Dra Rosana da Doctor Dogs veio fazer uma visita a ele: recebeu vermífugo, antibióticos, ferro, injeção para evitar coceiras, comprimido para combater os bichos de pé e pulgas. Foi passado um tratamento de aproximadamente 2 meses que consistia em banhos com shampoo específico a cada três dias e enxágües com medicamento especial para a sarna 1 vez na semana. E fomos mantendo esta rotina de banhos, antibióticos, ração e carinho. Um belo dia, notamos que o Darwin já estava correndo pelo quintal, e que os pêlos já estavam crescendo. A previsão para recuperação dele era de longo prazo, mas Darwin teve tanta força de vontade que em um mês já nem lembrava mais aquele cão totalmente desfigurado que encontramos vagando pela rua. O Darwin foi castrado no dia 21 de novembro de 2007, pela Dra. Rosana da Clínca Doctor Dogs, que não cobrou nada pela cirurgia. Agora ele está totalmente recuperado e pronto pra receber um novo lar. E ninguém acreditou que ele pudesse voltar a ser um cachorro novamente!

Cláudia
Dezembro/2007


A Gatinha Meg


Meg, com seu jeitinho todo especial de olhar

A Meg foi encontrada pelo Daniel próxima a um bar em Herval d´Oeste/SC, onde crianças estavam maltratando a gatinha. Ela tinha aproximadamente 1 mês de vida e era muito pequenininha, estava muito magra e com verminoses. Veio para minha casa toda assustada e com muita fome. No mesmo dia foi levada na Clínica Dogs & Cia e atendida pela Dra Rosana, foi vermifugada e tomou um belo banho. Depois com muito carinho e cuidados se recuperou rapidamente. Hoje ela já está com 4 meses, mas como sempre tenho animais em casa para ajudar, vou precisar doa-la. Já estamos agendando a esterilização para que ela possa encontrar mais facilmente um novo lar. Mesmo não podendo ficar com a Meg, é sempre uma alegria quando vejo a melhora que acontece com esses animais abandonados. Eles chegam assustados, com medo das pessoas, dos sons... Isso devido aos maus tratos sofridos na rua. Depois que se acostumam com a gente e percebem que existem pessoas boas, ai sim... viram uns malandrinhos, brincam muito com tudo e com todos e enchem qualquer casa de alegria com seu jeito engraçadinho de ser.

Cláudia
Maio/2006


A história de 

Pipoca, Mel e Tity


Pipoca, Mel e Tity os sortudos adotados pela Vanessa

Em Junho de 2002, perguntei para minha mãe se ela sabia de alguem que queria dar um cachorro, é que minha amiga queria um, minha mãe disse que a cadelinha da amiga dela tinha dado cria... a semana passou, e ela trouxe 2 filhotes (uma fêmea e um macho), isso numa segunda-feira, e eu não tinha tempo de levar os cachorros para ela ver ... eu morava sozinha num apartamento que comprei ... mas foi inevitável... quem disse que depois de uma semana eu consegui levá-los para minha amiga escolher...nem morta rs..rs.. acabei ficando com os dois ( num apartamento) imagina?! Éramos um trio parada dura... quando eles começaram a crescer, e como ficavam sozinhos no apartamento (comeram o meu sofá, as paredes da casa, o pé da cama entre outros), mas eu nunca liguei, e ainda falava pra minha mãe quando ela brigava, que era sinal que eles tinham saúde.... só que o problema é que justamente o meu vizinho de baixo, trabalhava à noite, e na reunião de condomínio, ele reclamou que os cachorros corriam pela casa o dia inteiro, e ele não conseguia dormir... O q q eu fiz??? Contratei uma pessoa pra ficar em casa com eles ... mas é diferente, vc sabe como é? De novo... o q q eu ia fazer??? Os conselhos foram: Dá pra alguém , deixa com não sei quem... etc.
Mas não fiz isso, e me julgo incapaz de me desfazer deles, acabei alugando uma casa,  é mole?! E  lá estávamos, felizes para sempre... (Eu, a Tity(sofá rosa), o Pipoca (Nilsão do Rap) com a lingua de fora.
Eu em  Novembro de 2003, achei dentro de uma lata de lixo, do lado de um bar, uma cadelinha com pouco mais de 1 mês e meio, (preta) de sujeira, magrinha, com os olhinhos bem remelentos, e a barriguinha cheia de bolhas com pûs... sem hesitar, peguei, levei pra casa . Dei um belo banho, levei no veterinário ... e aí está ela... linda... uma bonecona, como eu e minha irmã chama ela... Ela é terrível (rs..), bagunceira, ciumenta, tanto é que eu mais uma vez, vivi um dilema... A Melzinha (Bonecona) foi crescendo, crerscendo, mas chegou um pouco mais de 1 ano  e ela e a Tity começaram a brigar, brigar mesmo, de tirar sangue e tudo. Os três dormiam comigo na cama, mas depois que começaram estas brigas, fiquei com medo da Mel matar a Tity, e de novooooooo... "Dá uma delas" NUNCA!!!
Pedi para um primo meu fazer um área no quintalzinho, pois já tinha uma área que era dividida por um portão... comprei uma casinha (enorme) pra Mel ... mais foi em vão, fiquei com muita dó dela... Levantei às 02:00 hs, e fiquei com ela na casinha quase que 1 hora, e voltei pro quarto chorando. Naquela noite, sonhei que tinha entrado um ladrão na minha casa ... e que eu escutei o barulho, e os latidos e fui ver o que era, quando o ladrão foi em minha direção, a Melzinha avançou nele, e ele atirou nela.
NOSSAAAAAAA!!! Acordei chorando, faltei no serviço, e pedi para o meu primo fazer um portãozinho dividindo a sala, da cozinha ( pronto, meu problema estava resolvido). Pra dormir, pegava a Tity e o Pipi, e colocava da cozinha pro quarto , e a Melzinha dormia na sala ( mesmo assim eu chorei), mesmo sabendo que ela estava quentinha e protegida . Só que a Mel, muito da revoltada numa noite, detonou o portão de madeira... eu desmontei minha mesa, coloquei a tampa de pé, na frente do portão, e reforcei com as cadeiras, e consegui dormir, com o chorinho constante da Mel, que se deu por vencida. Quando eu saía para trabalhar, colocava a Melzinha no quintal (c/ a casinha), e a Tity e o Pipi ficavam da sala pra área ( que já tinha)... contratei uma senhora para cuidar deles... pois os achei muito tristinhos, carentes, sei lá?! Sabe, muitos acham que é loucura o que faço, ou que fiz, mas não me arrependo de nada... e faria tudo de novo... sabe porque?! Nós, a qualquer momento, podemos dizer se estamos sentindo dor, medo, frio, fome... eles não.

Vanessa,
Outubro/2005


Pitty, uma gatinha em apuros


Pitty, dois meses depois do resgate

A Pitty foi encontrada no dia 28/01/2005. Estava na chuva, muito desnutrida e cheinha de pulgas. Cuidamos dela com muito carinho. Foi vermifugada, demos vitaminas e ração de qualidade, também um bom banho com shampoo antipulgas. Em 15 dias os pelos da Pitty já estavam macios e brilhantes. Já fazem  2 meses que estamos cuidando dela, já adquiriu peso e agora é muito brincalhona. Foi esterelizada no dia 15/03/2005 e já encontrou um novo lar onde vai morar assim que se recuperar da cirurgia.


Pitty, na semana que foi encontrada


 

Tobby, atropelado e abandonado


Tobby um mês e meio após o resgate

No dia 27/01/2005 encontramos um cão atropelado e abandonado sem o menor atendimento. Foi levado a clínica veterinária Dogs & Cia, onde foi socorrido e ficou internado por 5 dias. Não havia fraturas, mas um tumor na pata, cortes, luxações e infecções na pele e no ouvido. Foi feito um longo tratamento com antibióticos, também teve os pelos tosado, foi  vermifugado e as pulgas controladas. Hoje ele está bem nutrido, já se recuperou das infecções e já está com os cortes cicatrizados. No entanto Tobby ainda precisa encontrar uma casa onde receba toda atenção e carinho que ele merece.


Tooby no dia que foi resgatado da rua


2ª Semana após o resgate, com o colar elizabetano


A história de um resgate


Tchutchuco quando encontrado, com desnutrição e  muita sarna


Tchutchuco, dois meses depois e  já recuperado. 


Tchutchuco foi vacinado, vermifugado e conseguiu um ótimo lar.

Dia 30 de outubro/03 fui num jantar no parque de exposições daqui de Umuarama. Neste parque, sempre tem pessoas que jogam um monte de animais, pois geralmente tem jantares e festas e eles pensam que os animais não vão passar necessidade. 
Nesse dia haviam vários cães rodeando o local e uma gata, porém todos estavam saudáveis menos o Tchutchuco que estava puro osso, um cheiro que ninguém agüentava, estava até meio machucado, acho que de apanhar dos outros. Imagine quem iria olhar pra ele daquele jeito? Então eu dei um monte de comida pra ele, acho que fazia uns 3 dias que não comia mais. Era muita fome! Coloquei-o no carro e levei pra faculdade. Muitas pessoas principalmente uns caras que estavam lá riram de mim e falaram "tem que gostar mesmo pra pegar uma coisa feia dessas". Tratei o Tchutchuco durante 2 meses e depois olha como ele ficou! Todo mundo ficou pasmo, um cachorro educado bonito, desverminado, vacinado e que achou um lar, e hoje está sendo bem cuidado.

Dra. Marinês de Castro (Umuarama/PR)
Fevereiro/2004


Uma Vida Sofrida...

Esta é a cadela Laika. Ela viveu aproximadamente 13 anos e morreu no início deste ano. A Laika teve várias ninhadas. Muitos de seus filhotes foram mortos ao nascer, outros morreram já adultos envenenados, atropelados e alguns por tiros disparados banalmente. De toda sua prole, temos conhecimento de apenas dois sobreviventes hoje e mesmo estes únicos não conseguiram um lar para morar.
A Laika sofreu durante os 13 anos de sua vida. Engravidou em cada um de seus cios e muitas vezes saiu ferida das disputas que seus pretendentes travavam.
As gestações sempre eram de muitos cachorrinhos, nove somente nesta ninhada da foto. Ela teve aproximadamente 198 filhotes, se formos considerar os descendente destes filhotes chegamos a um número assustador de cães abandonados. Não existe lar para todos os filhotes que nascem e além de tudo isso, a cada dia vemos surgir novos Canis que "fabricam" mais e mais filhotes para aumentar ainda mais a estimativa de abandono de animais.
A Laika achou um cantinho para viver durante toda sua vida, mesmo não tendo "dono", pode ficar em um sítio no interior de Erval Velho. Ela mesma buscou seus alimentos, água, se protegeu do frio e da chuva,  teve suas ninhadas sempre sozinha. Se não pudermos ajudar os animais dando-lhes casa, comida, medicamentos, ao menos podemos deixá-los viver em paz, no cantinho que escolherem. Não tem necessidade nenhuma de serem enxotados, apedrejados, maltratados. Apenas querem viver em paz...

Cláudia (Joaçaba/SC)
Outubro/2003

voltar


Tudo começou com Napoleão e Eike, dois periquitos australianos que vieram até mim em dez/2001, pois iriam ser soltos na natureza já que então seu dono era um adolescente e “não tinha mais tempo para cuidar deles”. Eles viviam em uma gaiola muito pequena, o que desencadeou a primeira providência: adquirir um viveiro bem maior. Ficou ótimo! Napoleão voando pra cá, Eike voando pra lá... tudo na maior alegria.

Então, lembrei-me que eles também poderiam estar querendo uma companheira, e como não achei mais periquitos que estivessem procurando um lar, acabei adquirindo duas fêmeas muito lindas: a Tereza e a Tica. Aí sim, começou aumentar a família, com filhotinhos e mais um periquito que também acabou ficando sem lar.

Eu estava muito feliz com meus amiguinhos coloridos, até que um dia tive que viajar e minha mãe ficou tomando conta deles. Quando voltei, entrei correndo em casa para ver meus amorzinhos. Procuro e procuro e cadê? Então minha mãe me apresentou o Boletim de Ocorrência (BO) e naquele momento soube que jamais veria meus coloridos de novo. Chorei, chorei muito mesmo.

Mas na segunda-feira lá estava eu indo de aviário em aviário da cidade à procura de quem pudesse ter comprado meus passarinhos. E não é que encontrei alguns? Já estavam misturados com muitos outros infelizes periquitinhos num viveiro lotado. O dono duvidou que eu soubesses quais eram os meus, é claro que eu sabia de cada um! Então ele acabou confessando que comprou de um rapaz no domingo anterior. Como eram todos irmãos, resolvi levar apenas o Junior de volta para casa pois tinha um defeito na asa e eu estava fazendo tratamento veterinário. Nestas alturas não queria mais saber de criar pássaros. Imagine como seriam tratados e em que tamanho de gaiola viveriam meus tão adoráveis filhotes...

Então ficaram apenas Junior e Beta - sua nova namorada - que estão sem ninho por enquanto, pois não quero mais pássaros no mundo para viverem em minúsculas gaiolas e sendo alimentados incorretamente. O amor pelos bichos só aumentou com o episódio, e naquela mesma semana, que surpresa! Uma gatinha necessitando desesperadamente de um lar.

PS.: Espero que Napoleão, Eike, Tica, Tereza, Marcelo, Penélope e todos seus irmãozinhos (eram doze) estejam bem em seus novos lares e fiquem sabendo que, embora não tenha sido possível localizá-los, o ladrão que os levou de mim foi identificado e sua ficha já consta na polícia, OK?

  Cláudia (Joaçaba/SC)
  Agosto/2003

Voltar

A história da Gatinha Mel

Mel
Mel na sua cadeira favorita

Em novembro de 2002, minha irmã e eu voltávamos da academia quando encontramos nossa vizinha, Cristine, de 9 anos, com uma gatinha tigrada no colo. Fomos logo falar com ela: “Oi Cristine, ganhou uma gatinha?” E a resposta dela: “Não, ela foi deixada na garagem embaixo do carro e minha mãe mandou soltar ela lá na avenida XV de Novembro”. Eu, lógico, não poderia concordar com aquilo. Era um dia chuvoso e resolvi levar a gatinha para casa. Coloquei-a na área de serviço e dei um pouco de leite morno.

Quando meu marido voltou da faculdade, avisou-me que tinha um gato que não parava de miar e deveria estar no quintal. Aí veio a parte complicada: “Ela está mesmo aqui em casa, veio comigo e vai morar aqui também.” Ele pediu para pensar bem pois nós tínhamos periquitos e um projeto de trazer o papagaio de meu pai para morar conosco.

Então, no dia seguinte cedinho, resolvemos levá-la a uma agropecuária que entrega gatos para pessoas que querem acabar com ratos. No carro ela foi em uma caixinha, pois estava cheinha de pulgas e no caminho levantava a tampa a todo momento. Olhava-me miando. Cansei de baixar a tampa até que ela ficou quietinha. Então levantei a tampa, ela estava enroladinha e só me deu uma olhadinha, nem miou. Naquele momento percebi que nunca esqueceria aquela carinha. Mudei de rota, parei no Pet Shop e pedi: “Gato dá muito trabalho?”, graças a Deus a veterinária era apaixonada por gatos e disse que não. Inclusive ela mesma tinha 9 gatos vira-latas.

Então a Mel - como foi batizada lá mesmo, no Pet Shop - ficou a manhã toda por lá: cortou as unhas, tomou banho, vacina, vermífugo, ganhou um laçinho, caminha, brinquedos e ficou uma Cinderela. Quando a encontrei ela tinha aproximadamente 45 dias, hoje está com 10 meses e é um doce de gata, adora ficar no colo, ganhar carinho e dar muito carinho também.

Além de toda a alegria que ela tem nos proporcionado, foi o início de uma história de amor aos vira-latas. Depois dela já tratei dois cachorros vira-latas abandonados e achei ótimos lares para eles, além de castrar uma cadelinha que ia perder a casa por poder vir a gerar filhotes indesejáveis. E é isto aí, espero poder ajudar muitos outros animais, pois com certeza receberei em dobro.

Mel na caixa
Quando a Mel some por muito tempo, já sabemos: ficou presa no guarda-roupas ou está dormindo dentro da caixa de formulário contínuo.

Mel na cadeira
Mel em horário de expediente.

 

  Cláudia (Joaçaba/SC)
  Agosto/2003

Voltar
A história de Bozzó Bozzó
Bozzó em sua nova casa

Bom, como posso definir o Bozzó? Um SRD lindo, alaranjado, de mais ou menos um ano e meio, muito carinhoso e brincalhão. Este amor de bichinho foi encontrado em Erval Velho em novembro de 2002 .

Como todos os fins de semana íamos a um sítio lá, notamos um cachorro “novo” ( novo porque já existem muitos cachorros lá). Ele ficava a certa distância do sítio, sentadinho ali do outro lado do rio, em frente a ponte de madeira. Foi assim que lhe demos comida em um fim de semana... lá do outro lado do rio. No fim de semana seguinte, lá estava ele de novo. Será que ficou ali a semana toda?

Com o passar das semanas, o medo do peludinho foi passando e começou a surgir uma amizade com os cachorros e com os freqüentadores do sítio - nem todos. Aí, depois que Bozzó já estava acostumado, ganhando comida no fim de semana (e estocando para a semana), veio aquela doença temível para os cães que é a Cinomose.

Então os “nem todos” acima resolveram que já havia muitos cachorros por lá e como aquele estava doente era o que iria pro sacrifício. Mas como? E novamente eu não podia concordar com aquilo.

Então Bozzó andou de carro pela primeira vez. Veio para Joaçaba, deu uma passadinha básica no vet: banho, laçinho, consulta, remédio... muuuito remédio para curar a cinomose. Nesta fase Bozzó já tinha uma casinha de madeira novinha em folha, forradinha com manta de lã, lhe esperando.

Aí a rotina foi esta: remédio de manhã, remédio ao meio-dia, remédio fim de tarde... isso durante 23 dias. E sabe que o Bozzó não se acostumou com a tal da cidade? Pois é: Passear com guia? E com horário? Não é qualquer lugar que pode fazer cocô e xixi? Tem que fugir para namorar?(E ele tentou).

Então lá foi a Cláudia, procura que procura um sítio bom para Bozzó morar e... achei! É lindo e adoram cachorro, não é Bozzó? E assim o Bozzó terminou o tratamento, se curou muito bem, tomou as vacinas, passou remedinho de pulgas e foi morar num lindo sítio na Linha Pacífico em Herval d´Oeste. Não é tão longe da cidade, sempre que posso vou visitá-lo.

Ele ainda lembra de mim, sempre entra no carro e quer vir junto. Mas melhor não Bozzó, lembra? Cocô no lugar, passear só de manhã... e com guia.

  Cláudia (Joaçaba/SC)
 Agosto/2003 

Voltar
A História de Floki
Floki
Floki num raro minuto de calma

Muito bem, como definir o Floki? Um Maltês com pedigree, lindo, todo branquinho, mas... nada calminho. Este foi o problema! Então a história se repete: as crianças cresceram, já são adolescentes, e não tem mais tempo para o cãozinho! Sobrou pra mãe que também não tinha tempo. Somando isto com mais latidos e latidos do Flokinho , foi o bastante para que sua mala fosse arrumada (ele tem uma malinha mesmo).

Aí a antiga dona do Floki procura que procura um lugar para Floki  morar... até que acha. Mas a nova casa do Floki também achou seus latidos um tanto exagerados e lá estava ele, depois de uns seis meses, novamente de malas prontas. É aí que eu entro nesta história: Trim... “Alô, Cláudia? Tem um cachorrinho branquinho, lindo, de raça. Vou levá-lo para você ver se gosta, só ver, tá?” Esta era a proposta de meu tio. OK. Lá vem o cachorrinho, numa noite de domingo de abril de 2003. Muito bonitinho, anda pela casa, toma a água da Mel (que não gosta nadinha), passeia que passeia por tudo. “E aí, gostou?” Minha resposta: "É lindo, mas..." Nem terminei a frase meu tio foi descarregando a mala e tudo mais que acompanhava o cachorrinho.

Depois que ele foi embora, enquanto eu fechava a porta, lá estava o branquinho “batizando” meu tapete. Tudo bem, tudo se resolve. Na segunda-feira: veterinário, banho, laçinho, vacina e dicas, muitas dicas sobre cachorro mais tarde, lá estava eu em casa chorando, Floki latindo, periquitos gritando, Mel se equilibrando em cima dos móveis. Só que Floki é esperto, sabe que tem que se comportar ou, malinhas... e começa a fazer pipi e cocô no lugar certinho, já diminuiu os latidos e já sabe pedir o que quer.

Mais de três quatro meses depois, Floki ainda late, eu não choro mais, Periquitos se acostumaram, Mel ainda sobe nos móveis... mas quando chego em casa é só alegria! Floki beijando, Junior e Beta cantando, Mel se enroscando... que delícia de lar!!!!

  Cláudia (Joaçaba/SC)
 Agosto/2003

Voltar
Ajudando Rex
Rex
Rex no sítio onde ele mora 

Rex é um cachorro muito extrovertido, que mora no mesmo sítio de onde resgatei o Bozzó. O Rex também é vira-lata, e passou por problemas de saúde que o fizeram perder o apetite e emagrecer. Como ele era um cachorro grandinho, não tive como trazê-lo a Joaçaba para consultar. Então conversando com a veterinária, expliquei todos os sintomas que percebi estar acontecendo com ele, se tratava de uma dermatite, provavelmente transmitida por pulgas ou carrapatos. Ela me passou o tratamento, que demoraria aproximadamente 2 meses. Minha tia foi quem se encarregou de dar os remédios.

Hoje ele está totalmente recuperado e apesar de lá no sítio não morar ninguém, (apenas Rex e o Esqueleto), eles são visitados e alimentados no meio e no fim de semana, também recebem medicamentos de sua madrinha Dulce.

O que me deixa triste, é não ter encontrado um sítio com pessoas que pudessem adotá-los, pois como o Bozzó, eles também não se acostumariam morar na cidade.

  Cláudia (Joaçaba/SC)
  Agosto/2003

Voltar
Ajudando Lessie

Lessie
Lessie descansando no sítio

Conheci a Lessie no dia em que levei o Bozzó para a casa da Dona Lúcia. Ela e seu irmão Lupi tinham aproximadamente 8 meses e brincavam muito! A Lessie morava na casa do filho da Dona Lúcia que era ali pertinho. Mas como fazia pouco tempo que a Lessie morava lá e com a chegada do Bozzó, eles pensaram em devolvê-la a quem lhes havia dado, para que não começa-se a procriar. Mas como meu objetivo era achar um lar para o Bozzó (e para todos os que precisarem e eu puder ajudar!), sem que para isso a Lessie tivesse que ficar sem casa, resolvi apadrinhar a castração dela.

Como ela era vira-lata, a Dra. Marinês nos concedeu um desconto na cirurgia e no internamento.

Ela foi operada na segunda-feira e ficou internada até a quarta-feira, quando a levamos de volta para sua casa. Em casa teve que ficar mais uns dois dias em repouso e tomando antibióticos.

Hoje ela está com 1 ano, e é uma cachorrinha muito linda e experta!

  Cláudia (Joaçaba/SC)
  Agosto/2003


Topo

Suipa